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Chocolate Hotel Itacaré · Bahia
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O que fazer em Itacaré

A vila cabe numa tarde a pé. O resto fica ao sul, pela BA-001, e pede carro.

Itacaré tem praia, surfe, cachoeira, rio e cacau a menos de uma hora de carro uns dos outros. As praias do centro se ligam por uma trilha à beira-mar e se fazem a pé; as do sul pedem carro e uma descida pela mata. A temporada de onda vai de maio a setembro, e de setembro a novembro é a época de sol com pouca gente.

A vila de Itacaré vista do alto: a orla, as casas e os barcos fundeados na foz do rio de Contas
A vila, a orla e os barcos na foz do rio de Contas. Foto: Márcio Filho/MTur.

As praias, de norte a sul

Do centro sai uma trilha à beira-mar que liga as primeiras praias em sequência, e dá para fazer todas numa tarde. Ao sul da vila, pela BA-001, o carro para na estrada e o resto é a pé.

A pé, a partir do centro

  • A Praia da Concha, em Itacaré: a enseada de água calma, a areia em curva e a mata atrás
    Foto: Márcio Filho/MTur

    Concha

    Enseada abrigada, a 1,8 km do hotel. O mar quase não faz onda: é a praia do banho com criança, do stand up paddle e do caiaque. Bar na areia, e o pôr do sol visto da Ponta do Xaréu, no alto dela.

  • A Praia do Resende, em Itacaré, pequena, com a encosta verde e as pedras na beira
    Foto: Matheus de Souza Silva, CC BY-SA 4.0

    Resende

    Pequena, com encosta verde dos dois lados. Na maré baixa, a água fica presa entre as pedras. Fica a sete minutos de carro do hotel, como a Tiririca e a Costa.

  • Coqueiros e pedras na beira da Praia da Tiririca, em Itacaré, com o mar aberto
    Foto: Márcio Filho/MTur

    Tiririca

    A praia do surfe: escola, campeonato e o pico que funciona quase o ano inteiro. Movimento na areia o dia todo.

  • A Prainha vista do alto: uma enseada de areia entre dois morros de mata, com o mar verde
    Foto: Márcio Filho/MTur

    Prainha

    Meia hora de trilha pela mata, saindo da Ribeira. Não tem estrutura nenhuma, e no fim da caminhada costuma não haver mais ninguém. A onda é de quem já surfa há tempo.

  • Ribeira A urbana em que quem não surfa entra de verdade: mais protegida, com menos onda. É dela que sai a trilha da Prainha.
  • Costa Colada na Tiririca, do lado da direita mais tubular do pico.
  • Coroinha A praia central, dos barcos de pesca, a cinco minutos de carro do hotel. Vai-se até ela para pegar barco.

De carro, ao sul pela BA-001

  • A Praia da Engenhoca, em Itacaré: um coqueiro deitado sobre a areia e o morro de mata no fim da praia
    Foto: Marinelson Almeida, CC BY 2.0

    Engenhoca

    Da estrada, uns vinte minutos de caminhada leve. Baía meio fechada, onda longa e fácil, quiosque com comida. Na maré baixa, a água fica presa nas pedras.

  • A Praia do Havaizinho vista da trilha, entre a vegetação, com o mar azul e a costa ao fundo
    Foto: Maria, CC BY-SA 3.0

    Havaizinho

    Na mesma trilha da Engenhoca e da Camboinha, com a baía aberta na frente. Boa de banho e de surfe, e quase sempre vazia.

  • Itacarezinho vista do alto: a praia longa de areia clara, a arrebentação e o coqueiral até o horizonte
    Foto: Otávio Nogueira, CC BY 2.0

    Itacarezinho

    Areia clara, coqueiral e mar verde com onda, cerca de 14 km ao sul da vila. Tem restaurante e estacionamento na própria praia, e dá para passar o dia sem sair dela.

  • Camboinha Entre o Havaizinho e Itacarezinho. Dela sai a trilha que liga as quatro praias.
  • Jeribucaçu Um rio desce a mata e encontra o mar na própria areia. A trilha se confunde em alguns pontos: vá com guia.

Oito picos numa faixa curta de costa

A temporada vai de maio a setembro, com os swells de leste e sudeste, e coincide com a baixa temporada da vila. A Tiririca quebra quase o ano inteiro, então nenhuma viagem aqui é aposta total.

  • Tiririca Quase o ano inteiro. A mais frequentada, com corrente cruzada.
  • Engenhoca Verão, com vento nordeste. Onda longa, remada fácil, todos os níveis.
  • Itacarezinho Melhor sem vento. Dez quilômetros de praia, vários picos de areia.
  • Jeribucaçu Inverno, de três a quatro pés. Vazio quase o ano todo.
  • Prainha Esquerda no verão, direita no inverno. Avançado.
  • Pontal Swell de sul, de maio a setembro. Sem canal de entrada.
  • Corais Leste limpo, na maré seca. Fundo de coral, avançado.
  • Boca da Barra A onda da foz do rio, das mais cheias e longas daqui.
Surfista caminhando com a prancha na areia da Engenhoca, com o morro de mata ao fundo
Na Engenhoca, a onda mais fácil de Itacaré. Foto: Teles.

Água doce, a um trajeto curto de carro

  • A Cachoeira do Tijuípe: uma queda larga e baixa sobre pedras escuras, com a mata em volta
    Foto: Marinelson Almeida, CC BY 2.0

    Cachoeira do Tijuípe

    Na BA-001, a caminho de Serra Grande. Trilha curta e fácil até uma queda de uns quatro metros de altura por quinze de largura, com poço de banho. Fica em propriedade privada, com taxa de entrada e restaurante.

  • Caminhantes numa trilha dentro da mata fechada do Parque Estadual da Serra do Conduru
    Foto: Leo Janicsek, CC BY-SA 4.0

    Serra do Conduru

    O parque estadual tem 9.275 hectares e uma das maiores diversidades de árvores já medidas no planeta. Os rios Tijuípe e Água Vermelha o atravessam, com trechos de banho.

  • Cachoeira da Usina Quinze minutos de caminhada leve pela mata até um poço natural. A mesma trilha segue por mangue até Jeribucaçu.
  • Cachoeira do Cleandro Vinte e seis metros em três quedas, dentro de uma fazenda de cacau. Chega-se de barco.

O rio de Contas por dentro

Sobe-se o rio de lancha pequena ou de canoa, entrando no manguezal, onde ficam os caranguejos e as garças. Era por ele que as fazendas desciam a colheita até a vila. Na foz fica a Praia do Pontal, aonde os barcos vão ver o pôr do sol. A recepção combina a saída.

Barco de passeio navegando no rio de Contas, em Itacaré, com a mata nas margens
Barco no rio de Contas. Foto: Dante Calligaris, CC BY-SA 2.0.

O cacau, na estrada de Taboquinhas

O cacau desta costa cresce na cabruca, à sombra da Mata Atlântica, e é por isso que a floresta continua de pé aqui. A cerca de meia hora de carro, na estrada de Taboquinhas, fazendas recebem visita e mostram o fruto virando barra: fermentação em caixas de madeira, secagem ao sol e degustação. Cada fazenda tem o seu dia, e a recepção marca a visita com guia da região.

Amêndoas de cacau espalhadas para secar ao sol, com um trabalhador puxando os grãos com um rodo
Amêndoas secando ao sol numa fazenda de Gandu, no sul da Bahia. Foto: Lucrilhas, CC BY-SA 4.0.

Do outro lado da baía, um dia inteiro

A Península de Maraú tem as piscinas naturais de Taipus de Fora, que só aparecem na maré baixa, e a escuna passa pelas ilhas da Baía de Camamu. De lancha rápida, a travessia até Barra Grande leva meia hora; de carro, são umas duas horas, boa parte em estrada de terra.

As piscinas naturais de Taipus de Fora na maré baixa: água rasa e transparente sobre o recife, coqueiros ao fundo
Taipus de Fora, na maré baixa. Foto: Otávio Nogueira, CC BY 2.0.

Com criança pequena

Concha e Ribeira são protegidas, e a Concha é uma enseada quase sem onda, boa para banho, stand up paddle e caiaque. Na maré baixa, Resende, Engenhoca e Havaizinho formam poças entre as pedras para quem ainda não nada bem. A Cachoeira da Usina tem trilha de quinze minutos, que criança faz andando, e a Engenhoca tem quiosque com comida.

Qual a melhor época para ir a Itacaré?

Para tempo firme, calor sem o pico do verão e pouca gente, de setembro a novembro. Dezembro a fevereiro é o mais quente e o mais cheio. A chuva se concentra de abril a julho, o mar de surfe vai de maio a setembro, e nenhum mês é frio.

  • Dezembro a fevereiro

    25–32 °C O mais quente e o mais ensolarado, e também o mais cheio e o mais caro. Réveillon, Carnaval e férias quase sem intervalo. Reserve com meses de antecedência.
  • Março a maio

    23–30 °C O calor continua e a chuva começa a aparecer. Menos gente, e a mata no auge do verde.
  • Junho a agosto

    22–27 °C A estação mais amena, com chuva frequente até julho e mar agitado, que é o que o surfista quer. Julho enche com as férias escolares; junho e agosto ficam vazios. À noite pode pedir casaco leve.
  • Setembro a novembro

    Tempo firme Calor sem o pico do verão, pouca gente e preço melhor. É a época que a recepção recomenda a quem pergunta.

A chuva se concentra de abril a julho e vem em pancada curta: chove uma hora e abre.

Como chegar

De Ilhéus. O aeroporto Jorge Amado fica a cerca de 70 km pela BA-001, de uma hora e meia a duas horas de carro. A estrada é asfaltada e está em estado ruim: conte o tempo maior. Pedido na reserva, o transfer do hotel espera no saguão.

De Salvador. Cerca de 388 km, umas seis horas de estrada, ou o ferry até Bom Despacho, na Ilha de Itaparica, e depois a BA-001. A maioria prefere voar até Ilhéus.

De ônibus. O ônibus para Itacaré sai do terminal rodoviário de Ilhéus, não do aeroporto.

Três roteiros prontos

Montados pela recepção, dia a dia, para três viagens diferentes.

  • A Praia da Tiririca vista do alto, com a arrebentação e a mata em volta

    Cinco dias, cinco picos

    Noites
    5 a 8 noites
    Quando
    Maio a setembro

    Tiririca, Engenhoca, Itacarezinho, Jeribucaçu ou Prainha, e a volta ao que estiver funcionando.

    Ver o roteiro

  • Itacarezinho vista do alto, com a praia longa e o coqueiral

    Quatro dias, sem pressa

    Noites
    4 a 5 noites
    Quando
    Abril, maio, setembro e outubro

    Uma coisa por dia e a tarde de volta no alto: a Concha, Itacarezinho, uma cachoeira e o cacau.

    Ver o roteiro

  • Mãos abrindo frutos de cacau sobre bacias, com a polpa branca e as amêndoas à mostra

    Três dias, dentro de uma viagem maior

    Noites
    3 a 4 noites
    Quando
    Setembro a novembro

    Para quem chega de Ilhéus com três noites: a vila e a costa, a cabruca, e a mata ou o rio.

    Ver o roteiro

Do alto, tudo isto fica a poucos minutos de carro

O Chocolate Hotel fica no alto da entrada da vila. O centro e a Coroinha ficam a cinco minutos de carro; Resende, Tiririca e Costa, a sete; a Concha, a 1,8 km. A pé não dá: a subida é longa e o último trecho é rua de terra, sem calçada. Para as praias do sul e as cachoeiras, a recepção combina o transfer.

  • 1,8 km até a Praia da Concha
  • 7 min de carro até as praias de surfe
  • 70 km do aeroporto de Ilhéus
Catorze suítes com varanda e vista