
A fazenda que virou o hotel
Aqui era a casa principal de uma fazenda de cacau, e a terra ficou inteira: jardim, horta, a quadra de areia, o jardim de yoga, a raia de pedra e os caminhos que sobem entre o jardim e a mata. Nove mil metros quadrados, catorze portas.
O rio entra no mar na frente da varanda
Itacaré fica na foz de um rio, e a mata desce até a areia. De baixo, cada praia esconde a seguinte. Daqui de cima, o desenho aparece inteiro: a foz do rio de Contas, os barcos entrando, a vila no meio, a mata em volta.
De manhã, o sol sai do mar. À tarde, some atrás da mata, do outro lado da baía. À noite, a vila acende.
O mirante é de quem dorme ou janta aqui
Sobe quem está hospedado e quem tem mesa reservada no Nibs. Ninguém sobe de passagem, e é por isso que o alto do morro fica em silêncio.

Uma raia de pedra entre o muro e o mar
Raia longa, muro de pedra, e as bicas caindo nele o dia inteiro. Bar de madeira na borda, e a vista da varanda um andar mais perto do mar, com os pés na água.



O que cresce entre a chegada e o mirante
Jardim e horta, a quadra de areia, o jardim de yoga, o lounge aberto para a mata, o portal de madeira da chegada e os caminhos de pedra entre o jardim.




